sexta-feira, fevereiro 22, 2008

FCHxLULA

Quando FHC deixou o Governo, em dezembro de 2002, o Brasil tinha uma dívida externa de US$ 165 bilhões.
. Hoje, a dívida externa do Brasil, segundo o Banco Central, é de MENOS US$ 4 bilhões.
. Quando FHC deixou o Governo, em dezembro de 2002, as reservas do Brasil eram de US$ 38 bilhões.
. Hoje, segundo o Banco Central, as reservas são de US$ 180 bilhões.
. Ou seja, hoje o Brasil tem quase cinco vezes mais reservas do que tinha no Governo FHC.
. O que é uma maneira de dizer que o Brasil hoje está cinco vezes melhor.
. O Brasil independente nasceu em 1822, com a obrigação de pagar as dívidas de Portugal com os bancos ingleses.
. De lá pra cá, até hoje, o Brasil foi um país endividado.
. A chamada "crise da dívida" explodiu em 1982, quando Delfim Netto, Ernani Galveas e Carlos Geraldo Langoni tiveram que administrar os efeitos da desastrada falência do México.
. Hoje, o Brasil, se quiser, entra para o Clube dos Credores, o Clube de Paris.
. Assim como, se quiser, pode entrar para a Opep.
. O PIG creditará tudo isso às luzes que emanavam do Farol de Alexandria e aos "bons ventos" da economia internacional.
. Como se o Presidente Lula, Henrique Meirelles, Guido Mantega e os brasileiros não tucanos, de uma maneira geral, formassem um conjunto de néscios.
. A notícia de hoje – o Brasil passa a ser credor – merece que o Presidente Lula diga: "nunca na História desse país".
. Eu, no lugar dele, diria como o Ibrahim: "sorry, periferia".
(Coluna de Paulo Henrique Amorim)

Viram? Eu não disse?

Eu bem que disse no post anterior, enganam-se os que pensam que Cuba não terá a influência de Fidel nos seus destinos.

Internacional - AFP/UOL

22/02/2008 - 07h36Fidel Castro rejeita mudança em Cuba após sua renúncia
De Havana (Cuba)



Fidel Castro garantiu que sua renúncia à presidência de Cuba não provocará uma "mudança, como espera o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, em um artigo publicado esta sexta-feira, o primeiro depois de anunciar nesta semana que não pretende se reeleger ao comando do país.
Sob o título "Reflexões do companheiro Fidel", ao invés de "Reflexões do Comandante-em-Chefe", Fidel aborda a reação de seu "adversário" à mensagem publicada terça-feira, na qual anunciava que não aspiraria a um novo mandato de presidente."Bush disse que minha mensagem era o início do caminho da liberdade de Cuba, ou seja, a anexação", expressou o líder comunista, que se afastou da atividade política após 19 meses de recuperação de uma grave doença intestinal e depois de passar 49 anos no poder.
Fidel Castro, 81 anos, afirma ter acompanhado pela televisão "a posição embaraçosa de todos os candidatos a presidente dos Estados Unidos" em suas reações e destacou que "se viram obrigados um por um a proclamar suas exigências imediatas a Cuba para não arriscar um só eleitor"."Meio século de bloqueio parece pouco aos prediletos.
Mudança, mudança, mudança!, gritavam em uníssono. Estou de acordo, mudança!, mas nos Estados Unidos. Cuba mudou e seguirá seu rumo dialético", acrescentou. Para o líder agora aposentado os cubanos não retornarão "jamais ao passado", antes da vitória da revolução de 1959. Também criticou as "minguadas potências européas aliadas" dos Estados Unidos, para as quais "chegou o momento de dançar com a música da democracia e da liberdade que jamais realmente conheceram".
Fidel revelou que após o anúncio de sua decisão "pensava em deixar de escrever uma reflexão por pelo menos 10 dias", mas confessou "não poder guardar silêncio tanto tempo, pois é preciso abrir fogo ideológico sobre eles".O líder cubano disse ter "a consciência tranqüila" com sua decisão e comentou que "os dias de tensão esperando a proximidade de 24 de fevereiro", o deixaram exausto.
Nesta data o Parlamento definirá o Conselho de Estado (Executivo). A presidência do órgão deve ser atribuída ao irmão do líder ditatorial, Raúl Castro, que governa a ilha desde o início da crise de saúde de Fidel."Estou impregnado agora no esforço para fazer constar meu voto unido em favor da presidência da Assembléia Nacional e do novo Conselho de Estado, e como fazê-lo", concluiu.

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Renuncia de Fidel. Fim de uma era?



"Chega ao fim a permanência de Fidel Castro na presidência de Cuba."


Muitos acreditavam que a frase a cima seria dita quando da morte do lider cubano Fidel Castro, mas aconteceu ontem sem que precisasse de um desfecho trágico de comoção popular ou de comemoração dos adversários norte-americanos.


Fidel renunciou à recondução do seu nome como presidente e comandante em chefe das forças armadas, desautorizou que o conselho de Estado novamente aclamasse seu nome.


O que fez com que o mundo ficasse perpléxo com tal atitude, porém isso não significa o fim de uma era, não significa que o ex-guerrilheiro que derrotou Fuljêncio Baptista em Sierra Maestra não irá opinar nos caminhos de Cuba, pois quem assume é Raul Castro, seu irmão, igualmente comprometido com o regime totalitário cubano.

Porém tornam-se artificiais e despropositadas as análises de cientistas políticos que questionam: Qual será o destino de cuba pós Fidel? Simplesmente porque Fidel terá o controle de todas as ações do governo do irmão, pelo menos até quando tiver lucidez pra isso.


O afastamento de Fidel poderia, numa análise superficial, parecer uma estratégia para a obtenção do respeito ainda em vida dos seus críticos e dos cubanos de Miami, porém descartamos totalmente esta hipótese, simplesmente pelo fato de não estarmos falando de um político qualquer mas do Comandante Fidel Castro.

terça-feira, janeiro 29, 2008

Os Estados Unidos estão prontos para um presidente negro?


Em setembro de 1963, um atentado à bomba destruiu uma igreja protestante na cidade de Birmingham, no Alabama, levando à morte quatro meninas negras entre 14 e 11 anos de idade. O caso, considerado um dos crimes mais chocantes da história dos Estados Unidos, também provocou ferimentos em mais de 20 pessoas que estavam reunidas no local, conhecido por ser um dos principais redutos de militantes da causa negra na cidade.

Este ato seria apenas mais um, embora com requintes de crueldade, contra a população negra dos Estados Unidos. Note-se que estamos falando de um intervalo de tempo de apenas 45 anos, ou seja, praticamente a idade do senador, negro, filho de imigrantes quenianos e pré-candidato democrata à presidência da república daquele país.

Será que os Estados Unidos estão prontos para ter como presidente este político cujo perfil vai de encontro aos estereótipos considerados ideais pelos norte-americanos?

Barack Obama pode representar a redenção de uma sociedade essencialmente formada, culturalmente, nos pilares da utilização da mão-de-obra escrava e pela segregação racial.

Hoje representa, principalmente para as minorias, guardadas as proporções, o que Martin Luther King representou nos tempos de segregação, quando defendia os direitos civis na América do Norte.

No início da década de 1960, Luther King liderou uma série de protestos em diversas cidades norte-americanas. Comandou manifestações para protestar contra a segregação racial em hotéis, restaurantes e outros lugares públicos. Em 1955, houve um boicote ao transporte da cidade como forma de protesto a um ato discriminatório a uma passageira negra. Em 1963 liderou a histórica passeata em Washington onde proferiu seu famoso discurso "I have a dream" ("Eu tenho um sonho"). Em 1964 foi premiado com o Nobel da Paz.

Sabemos que Barack Obama se propõe a disputar a cadeira máxima do Salão Oval na ala oeste da Casa Branca num momento histórico bem diferente do enfrentado por Luther King, encontrará uma sociedade mais madura, tolerante e sensível às lutas humanitárias, mas a cultura de um povo não se muda em 45 anos, muito menos quando isso pode representar a mais profunda mudança política da história da nação, um presidente que assim como a maioria dos líderes latino-americanos atuais, são provenientes de classes sociais menos privilegiadas. Será que os norte-americanos elegerão um homem com uma história de lutas e conquistas às duras pedras, ou seguirão a tradição de eleger candidatos provenientes de classes oligárquicas? Isso só o tempo dirá, cabe-nos apenas levantar as possibilidades e assistirmos a mais este episódio que poderá ter um desfecho de proporções históricas.

quarta-feira, dezembro 26, 2007

It´s Done!



Mais um ano se vai, e com ele vão também inúmeros acontecimentos. Na era da informação ficamos cada dia mais rapidamente estarrecidos com os fatos registrados na hora em que estão acontecendo.

2007 será marcado por fatos que mudarão a história do pensamento político no Brasil, tais como o mar de lama que acometeu o congresso nacional com todos os escândalos que resultaram na renúncia de seu presidente.

Mais uma vez a crise aérea tomou conta das páginas de jornais, e como se não bastassem os atrasos e cancelamento de vôos, houve mais uma tragédia com aeronaves culminando na morte de centenas de pessoas, pais, mães e famílias inteiras estavam dentro do airbus da Tam que colidiu com um prédio desta mesma empresa e um posto de gasolina, levando à explosão da aeronave.

Mas não foi apenas de notícias ruins que 2007 perdurou, houve grandes acontecimentos que nos levam a comemorar. No esporte, podemos destacar o pan do Rio de Janeiro, com grandes conquistas de brasileiros.
Na religião podemos destacar a visita do Papa Bento XVI, que nos deu a graça de sua presença. Na política (podemos comemorar algo na política?) podemos comemorar a consolidação da democracia sulamericana com a derrota da proposta de reeleição eterna de Hugo Cháves, e a maneira como o presidente lula vem conduzindo o país, que atinge os melhores indicadores sócio-econômicos.
Por falar em economia não podemos deixar de destacar a descoberta da maior reserva petrolífera do país na bacia de Campos, o que fará em aproximadamente dez anos, o Brasil entrar de vez na OPEP.
Comemoremos (ou não) o escancaramento da violência do morro para o asfalto; sendo mais claro, a classe média pode perceber através do filme Tropa de Elite, o que ocorre nos morros e nas corporações do Rio de Janeiro, pode ser que o filme tenha sido errôneamente interpretado pela população, que fez do Capitão Nascimento um heroi.
Por fim, comemoremos e reflitamos por sobre os acontecimentos de 2007, que já se vai, para alegria de uns e tristeza de outros.

sexta-feira, novembro 30, 2007

Capacidade ou DNA - Qual o critério?

Com a nomeação de Silvio Costa Filho para a Secretaria de Turismo em Pernambuco, nos deparamos com a velha máxima da política: será que ele está lá por competência ou por indicação (desta feita do pai)?

É certo que Silvinho, como o jovem de 25 anos é conhecido é filho de um dos políticos mais astutos do Estado. É certo também que este político astuto é muito respeitado no meio. Porém é perceptível a capacidade de diálogo e o formato diferenciado de fazer política do novo Secretário. É bem articulado, parece ter uma boa assessoria e é um fenômeno nas urnas, tanto que em apenas 5 anos saiu de mero candidato a vereador a Deputado Estadual e agora Secretário de Estado, com uma desenvoltura muito boa nas intenções de voto para a prefeitura da capital, em recentes pesquisas, ficando a frente de outras figurões da política pernambucana.

Conclui-se que, mais que DNA ele tem competências, então só nos resta acompanhar sua desnvoltura a frente desta secretaria estratégica para o desenvolvimento do Estado.

sábado, novembro 24, 2007

Fernando Henrique, Lula e os analfabetos

Por Mino Carta


Fernando Henrique Cardoso acaba de se manifestar, à margem da grande reunião tucana, da qual Aécio Neves preferiu manter afastado o senador Azeredo, por razões além de óbvias. FHC disse que Lula é um iletrado inculto que não sabe usar a língua portuguesa. E que ele, do alto de sua sabedoria e traquejo de ex-presidente, se esforçará para prestar a sua imprescindível colaboração à eleição em 2010, de alguém capaz de dominar o vernáculo.
A crítica do príncipe dos sociólogos a Lula é, no mínimo, grosseira e preconceituosa. Uma análise baseada na verdade factual dirá que Lula se tornou orador convincente e que sua lida com o vernáculo supera o aceitável. E haveria de ser devidamente considerado outro aspecto da oratória do presidente-metalúrgico: ele tem o charme, certo encanto natural, de que carece FHC. E nem se diga que este é mestre da língua. De hábito, da tribuna, exibe retórica chã, comedidos vôos pelo riquíssimo vocabulário português e um poder soporífero raramente navegado. Aliás, insisto em uma pergunta aos prezados companheiros de navegação: quais e quantos livros de FHC vocês já leram até hoje?

quarta-feira, novembro 21, 2007

Ecobike - Alívio para a tensão

Minha Alma (A Paz Que Eu Nao Quero)
O Rappa
Composição: Marcelo Yuka


A minha alma está armada e apontada para a cara do sossego
pois paz sem voz não é paz é medo
às vezes eu falo com a vida
às vezes é ela quem diz
qual a paz que eu não quero
conservar para tentar ser feliz
as grades do condomínio são para trazer proteção
mas também trazem a dúvida
se não é você que está nessa prisão
me abrace e me dê um beijo
faça um filho comigo
mas não me deixe sentar
na poltrona no dia de domingo
procurando novas drogas de aluguel nesse vídeo coagido
pela paz que eu não quero seguir admitindo

domingo, novembro 11, 2007

Terceiro mandato e democracia - água e óleo
















De ante-mão, sou terminantemente contrário.

Embora pense que o Governo Lula, tem um viés totalmente revolucionário e ousado, cujas ações administrativas e econômicas puderam alavancar o crescimento do país, e diminuir a pobreza, tenho certeza de que um possível terceiro mandato faria mal às instituições democráticas do Brasil.

Acho totalmente causuístico e com um propósito pouco convincente. Penso inclusive, que não deve estar passando pela cabeça do presidente tal possibilidade, pois trata-se de um homem comprometido com a democracia e com a república, e quem deve estar "levantando esta bola" são pessoas que querem "cacifar-se" com o chefe.
Porém se isso vier a acontecer, podemos estar diante de um perigo latente; o de termos governos ditatoriais denovo. Viagem minha??? Pode ser, porém se este instrumento de prorrogação de mandato for aprovado, o que impedirá um suposto projeto de lei para um quarto ou quinto, ou ilimitado mandato? Não falo do Lula, que se isso acontecesse estariamos diante de um governante consciente de seu papel na sociedade, mas se por algum acaso a população escolhesse um militar, ou um ultra direitista como acontece na França, ou mesmo um stalinista... é um caso a se pensar.

Posso estar exagerando neste post, mas é a mais pura reflexão de quem se preocupa com possíveis ditaduras e regimes totalitários.

por mais que seja o povo quem escolha os presidentes, sabemos que quem tem a máquina pública tem pelo menos 30% dos votos garantidos então não seria difícil a re re re re re reeleição de qualquer presidente.

Pensemos todos!

terça-feira, outubro 16, 2007

Dirceu mais vivo do que nunca


Os parágrafos a seguir são do artigo do Sérgio Augusto, que vale a pena ser lido, pela avaliação que faz sobre os bastidores políticos em Brasília.


'Vamos agora falar do sombra dos dias atuais. Aliás, ele passou a ser a grande sombra nas decisões políticas deste governo depois que foi obrigado a sair do palco, cassado. Informações de outros sombras nos levam a concluir que ele foi a grande e oculta voz que, ao final, concluiu ser uma tremenda burrice prosseguir dando sustentação ao “machão” presidente do Senado, Renan Calheiros, pois a partir de certo momento essa posição já estava causando enormes prejuizos não só parlamentares mas também na área administrativa federal. Veio, sim, também da atuação decisiva do ex-ministro e figura fundamental das ações de esquerda no País, José Dirceu, a decisão do Planalto em manobrar contra Calheiros, derrubá-lo como se derruba um côco que estava lá no alto. Agir nas sombras pode estar sendo mais vantajoso para este ex-líder estudantil que eu conheci discursando para a estudantada, trepado em cima de uma marquise de loja no centro de Curitiba, no final dos anos 60. Ele estava aprendendo a usar o palco. A surpreendente quietude dos movimentos estudantis neste momento, os quais no passado agitaram nas ruas até por razões menos gritantes como as atuais, indicam que o velho líder universitário continua comandando. Agora às avessas, ordenando a calma para não fazer o jogo dos adversários do governo Lula. O líder José Dirceu prossegue atuante, sim, e isso não dizemos para apontar o dedo contra ele. Trata-se de se reconhecer que, quando alguém é líder por natureza, como ele, não adianta tirá-lo de campo e colocá-lo no banco. Essa constatação vem à tona nessa hora do aguçamento da crise dentro do Senado da República e no momento em que o Judiciário é quem dá as cartas no necessário processo de reforma política.

sexta-feira, julho 20, 2007

As máximas de ACM



* Não confie em alguém cuja mulher não gosta de você.


* O poder é a maneira de transformar uma idéia em realidade. Mas é só para quem tem apetite: quem não tem pode usufruir das mais diferentes oportunidades de mando que não vai conseguir mandar.


* A arte da política consiste em saber dar a cada um o que ele espera de você. Alguns querem proteção, um emprego, por exemplo. Outros querem dinheiro. Há um terceiro tipo, que busca poder, o prestígio, até mesmo um carinho. Se você confundir as demandas, oferecer dinheiro a quem quer carinho ou poder a quem quer um emprego, arrumará um inimigo.


* Jamais permita que se fale mal de um amigo perto de você. Reaja imediatamente se isso acontecer.


* É melhor sofrer no poder do que longe dele.

Morre ACM - O mito da política baiana


Nunca foi unanimidade, nem essa foi sua preocupação em vida. cultivou amigos, adversários, inimigos e seguidores. Foi celebridade, autoridade, nome de avenida e mito na Bahia. Teve forte influência na descentralização industrial do sudeste para o nordeste, sempre focado no desenvolvimento do seu Estado. ACM, como era conhecido, foi um político controversso, sempre protagonista, e assim como Getúlio, sai da vida para entrar na história, pelo menos na Bahia, que nuncamais será a mesma sem "painho" ACM, como gostavam de chamar os carlistas. Com toda a certeza, a história da Bahia tem Antônio Carlos Magalhães como divisor de águas, existe o período pré-ACM e pós-ACM.

A seguir posto alguns comentários de baianos sobre a morte de seu lider, publicados no site do Correio da Bahia, para dar-nos uma noção do que ele foi para seu povo.

"A maior perda do século para a Bahia! Vamos sentir muito a falta do maior politico do Brasil de todos os tempos! "A BAHIA A RAZÃO DA MINHA VIDA" dizia o nosso senador! Uma perda irreparavel! sem tamanho! Que pene que vamos ficar sem essa voz que ninguem conseguiu calar! Senador ACM descanse em paz! A Bahia sempre vai te amar e nunca irá te esqueçer."


"A Bahia perdeu nesta sexta-feira sua maior referência no âmbito da política nacional.Ele vinha e irá fazer muita falta para a Bahia. Espero que sua luta nunca seja esquecida, e que seus herdeiros dêem continuidade a sua luta, seja na política ou divulgando a Bahia como ele sempre fez. "

"ACM - Ação, Comptetência e Moralidade, atributos dos quais marcarm a vida política desse leão da Bahia! Ele era sem dúvida, nossa maior referência na esfera da política nacional. Lamento essa grande perda."

"A Bahia e o Brasil perdem o maior politico de todos os tempos, a Bahia em especial perde o homem que mais cuidou dela, estamos orfãos. "




MAIS UMA TRAGÉDIA - TAM

A tragédia que assombra o país neste momento, poderia não ser "mais um'' grande acidente aéreo, os motivos não quero julgar neste momento, mas as autoridades precisam tomar providências no sentido de moralizar esta área. Chega de caos, chega de tragédias, chega de visão de lucro por parte das empresas, que secundarizam a manutenção das aeronaves. Temos que cobrar respostas, não poderemos sempre estar na condição de refém do caos ou de vítmas da tragédia.

sexta-feira, junho 22, 2007

Momento Musical

Enquanto os homens exercem seus podres poderes Motos e fuscas avançam os sinais vermelhos E perdem os verdes Somos uns boçais Queria querer gritar setecentas mil vezes Como são lindos, como são lindos os burgueses E os japoneses Mas tudo é muito mais Será que nunca faremos se não confirmar A incompetência da América Católica Que sempre precisará de ridículos tiranos? Será será que será que será que será Será que essa minha estúpida retórica Terá que soar, terá que se ouvir Por mais zil anos? Enquanto os homens exercem seus podres poderes Índios e padres e bichas, negros e mulheres E adolescentes Fazem o carnaval Queria querer cantar afinado com eles Silenciar em respeito ao seu transe, num êxtase Ser indecente mas tudo é muito mau Ou então cada paisano e cada capataz Com sua burrice fará jorrar sangue demais Nos pantanais, nas cidades, caatingas E nos gerais? Será que apenas os hermetismos pascoais Os tons os mil tons, seus sons e seus dons geniais Nos salvam, nos salvarão dessas trevas E nada mais? Enquanto os homens exercem seus podres poderes Morrer e matar de fome, de raiva e de sede São tantas vezes gestos naturais Eu quero aproximar o meu cantar vagabundo Daqueles que velam pela alegria do mundo Indo mais fundo Tins e bens e tais
Esta letra foi retirada do site www.letrasdemusicas.com.br

Crise, crise e mais crise II

Outra crise que o Brasil atravessa é a crise de identidade e credibilidade das instituições, mais precisamente – neste momento – o Senado da República. É lastimável observar os joguetes entre senadores, uns querendo atrair a atenção da mídia, e por conseqüência dos eleitores, outros querendo defender com unhas e nem tantos dentes assim o presidente do Senado no caso Mônica Lewinsk, digo, Mônica Veloso. Acredito que duro mesmo é o papel da tropa de choque de Renan, querendo justificar o injustificável e dar veracidade ao inverossímil, pois, como defender notas frias? Como defender ainda lucro de 65% com a venda de gado, quando os maiores lucros no Brasil, e nas regiões cuja economia prioritária é a pecuária, ficam em torno de 25%? Como defender um lobista servindo-se de office-boy de luxo? É realmente muito complicada a sitação desta tropa. Por fim, como acreditar em um congresso tão escarneado como o de hoje? Fica o protesto.

Crise, crise e mais crise

Caros amigos.
Após longa jornada de trabalho, abstendo-me dos comentários deste blog, retorno. E é com a mesma inquietude que vejo mais uma vez a crise pela qual passa o transporte aéreo de passageiros no nosso país. Há Alguns meses, expus aqui algumas opiniões a cerca do assunto, onde tratava da hierarquia e disciplina dos militares amotinados. Coloquei que já não era sem tempo a tomada de uma atitude mais drástica por parte da Aeronáutica a fim de preservar estes pilares que norteiam o militarismo. Vemos hoje a prisão de um sargento por dar entrevista a um jornal criticando o comando. Sem querer entrar no mérito da atitude promovida pelos superiores deste sargento, sem que haja o julgamento de que está certo ou errado, chego a conclusão de que isto não precisaria ter acontecido se naquela época (primeiro apagão) as entidades de classe dos controladores tivessem enquadradas em sua função militar, requerendo direitos dentro da caserna, sem terceirizar (ao cidadão civil) as insatisfações da classe. Hoje o que acontece é apenas o reflexo do que há tempos vem se instalando neste setor, a radicalização das partes, seja dos controladores, seja do comando.

sexta-feira, junho 01, 2007

Mês turbulento

Enfim acabou!

Acabou o mês de maio, mês onde a nação foi acomedida de péssimos exemplos e péssimas notícias. Foram navalhas, aumento de salário de parlamentares na surdina, exposição de "relacionamento fora do casamento" o que na minha terra chamam de adultério, guerra urbana no Rio de Janeiro, greves, fechamento de tv na Venezuela, isto sem contar as picuinhas provincianas, tais como protestos contra a construção de um parque e tentativa de agressão contra o Presidente da Câmara de Vereadores da capital.
Maio também foi marcado por dois grandes fatos que merecem destaque dentro de uma conjuntura pacífica e religiosa, para tentar atenuar nossas dores, que foram a visita do Papa e os 10 anos da morte de Frei Damião.

Enfim... Acabou maio, e que venha junho, mês de São João e São Pedro, tomara que seja um mês mais tranquilo, pois infelizmente o Papa vai demorar a voltar...

segunda-feira, maio 28, 2007

Chávez X Imprensa

A emissora privada de TV "Radio Caracas Televisión" (RCTV) deixou de transmitir sua programação em sinal aberto neste domingo às 23h59 (0h59 de segunda-feira em Brasília), por não ter sua concessão de freqüência estatal renovada pelo Governo venezuelano. Como estava previsto, o canal mais antigo da televisão na Venezuela saiu do ar após 53 anos de exibição no canal 2, acusada pelo presidente Hugo Chávez de prejudicar o socialismo do século XXI.
Na última hora de transmissão em sinal aberto, diretores e funcionários da "RCTV" se despediram de sua audiência com o slogan "Um amigo é para sempre" e a promessa de se reencontrarem no futuro. Os funcionários encerraram a transmissão cantando o hino nacional da Venezuela.
Com lágrimas nos olhos, artistas, jornalistas e outros funcionários da emissora privada agradeceram ao público pelo apoio e por todas as demonstrações de solidariedade manifestadas nos dias anteriores à interrupção do sinal aberto da "RCTV". A freqüência será utilizada a partir desta segunda-feira (26) pela emissora "Teves", criada pelo Governo do presidente Hugo Chávez.
A emissora de TV venezuelana "Teves", criada pelo governo venezuelano como uma "televisão de serviço público", entrou no ar nesta madrugada à 0h20 (1h20 de Brasília). A rede "Teves" começou a funcionar poucos minutos depois que o sinal aberto da "Radio Caracas Televisión" ("RCTV") foi encerrado.
Manifestantes em apoio à "RCTV" e membros da Polícia da Venezuela se enfrentaram neste domingo durante um protesto que acabou em violência diante da sede da Comissão Nacional de Telecomunicações, Conatel, em Caracas. (Informações do portal G1)

sábado, abril 28, 2007

O Retorno

Caros amigos,

Por questões de cunho profissional, precisei ausentar-me temporariamente das publicações neste blog, porém após este (produtivo) período, estou retornando com a corda toda.

Agradeço a compreensão.

terça-feira, abril 03, 2007

Hierarquia, disciplina e política - coquetel molotov



Muito me fez pensar essa paralização dos controladores de vôos, militares, sargentos da Aeronáutica. Muito me faz pensar que antes de mais nada os militares transgrediram firmemente os princípios da hierarquia e disciplina, os quais alicerçam toda a estrutura organizacional das forças armadas. Penso ainda, que embora exerçam uma desgastante atividade, optaram e se prepararam para isso.


É muito preocupante a postura adotada por esses militares, e logo após, o acordo feito com um ministro de Estado, civil, de não punição dos amotinados, a estrutura hierárquica foi estremamente abalada. Quando retiram uma discussão militar do âmbito militar e quando se tira das negociações os comandantes militares e colocam civis para negociar com militares, a referida estrutura hierárquica sofre grave desgaste.

Analisemos que por ser uma função estratégica e por deter uma importância vital - na própria concepção da palavra - a função de controlador de vôo é extremamente tensa. Claro que temos este entendimento. Temos entendimento também que o salário pago a esses controladores não é equivalente à responsabilidade por eles assumida, contudo, não podemos aceitar este tipo de atitude, extrema que afeta milhares de pessoas e milhões de reais.

Defendo que todos têm direito de reivindicar melhorias salariais, deixo claro também que não sou contra greves e protestos pacíficos, mas penso que militares não podem tomar este tipo de postura e nem o governo deve interferir na instituição militar. O presidente Lula, como grande político e estadista, sabe disso também e já aceita que os militares sejam julgados por militares.
Como já é noticiado e amplamente defendido, a saida para isso seria a desmilitarização do setor, o que poderá viabilizar um ajuste salarial para este digno profissional, embora eu defenda que continue com os militares a função de monitorar e controlar o espaço aéreo. Talvez uma outra solução fosse a troca de patentes para a função, hoje exercida por sargentos. E se os controladores fossem oficiais? Hoje os tenentes apenas supervisionam, os sargentos controladores. Além de o soldo do oficial estar compatível com o que reivindicam os controladores, ainda poderiam premiar os que não aderiram à paralização com uma promoção... Mas... sei lá, isso eu só estava refletindo.....